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Para poder prosperar, as organizações devem criar culturas em que os indivíduos sejam incentivados a trazer seu ser mais autêntico para o trabalho. A Claire Raines Associates conta com especialistas em gerações e ajudam organizações a compreender a relação entre diversidade e performance e se envolver na mistura diversificada de pessoas: pessoas com valores diferentes, de outras culturas e com diferentes experiências com tecnologia.

Toda semana, ficamos sabendo de pessoas que trabalham em culturas organizacionais rígidas que não apoiam seus estilos de trabalho naturais. Os indivíduos são obrigados a se adaptarem ao que é dominante, com alto custo para si mesmos e para suas organizações.

  • Uma mulher que trabalha em um cargo de direção em uma empresa dominada por homens adota um estilo de liderança de comando e controle, embora seu estilo preferido e mais natural seja de envolver as pessoas.
  • Alguém da Geração Y que trabalha em uma cultura dominada pela Geração X é obrigado a lidar com apenas uma revisão de desempenho anual, embora ele aprenda e melhore quando recebe um feedback constante, até mesmo diário.
  • Alguém da Geração X que trabalha em um escritório grande, amigável e aberto sente-se forçado a usar fones de ouvido para acomodar seu estilo de trabalho mais independente e reservado.
  • Um indivíduo altamente criativo que trabalha em uma cultura silenciosa e convencional precisa modificar seu guarda-roupa, dominar seu entusiasmo e adaptar inteiramente sua abordagem só para conseguir passar o dia.

Quando as pessoas são obrigadas a trabalhar fora de suas forças naturais e se comportarem como a corrente dominante para ser bem-sucedidas, elas não conseguem oferecer seu melhor. Ficam frustrados e exaustos, e acabam saindo. As organizações pagam um elevado preço pela perda de conhecimento, mais recrutamentos e custos de treinamento, além de uma cadeia de talentos com vazamentos sem fim.

Sua organização é amigável em relação aos principais pontos fortes?

Diagnostique a eficácia de seu grupo de trabalho, sua equipe, seu departamento ou sua organização na criação de uma cultura em que os indivíduos possam prosperar com suas características únicas. Por exemplo, analise o seguinte:

  • Não há nenhum estereótipo de sucesso nessa organização: gerentes, líderes e aqueles nos cargos mais desejáveis são uma mistura de idades, sexos, etnicidades, personalidades e estilos.
  • Quando se reúne uma equipe de projetos, são incluídos conscientemente funcionários com diferentes histórias, experiências, competências e pontos de vista.
  • Há conversas sobre os diferentes pontos de vista e perspectivas.  
  • Tiramos tempo para falar abertamente sobre o que os indivíduos querem de seu trabalho: o que torna o trabalho recompensador? Que ambiente é mais produtivo? Que carga de trabalho e horário funcionam melhor?
  • Nossa atmosfera e nossas políticas estão baseadas no trabalho a ser feito, nos clientes a serem atendidos e nas preferências das pessoas que trabalham aqui.
  • Há um mínimo de burocracia e de papelada.
  • Tomamos como certo o que há de melhor de nosso pessoal; desde o mais recente contratado ao funcionário mais antigo, assumimos que todos têm grandes coisas a oferecer e que terão sucesso, e assim os tratamos.

A diversidade é essencial, mas não para equilibrar a pontuação, alcançar cotas ou criar equilíbrio pelo próprio equilíbrio. A diversidade é algo essencial porque beneficia os resultados. Ao identificar e implementar estratégias para trabalhar e lidar com as diferenças, as organizações se tornam mais produtivas e efetivas. Pesquisas atuais mostram que equipes diversificadas são mais produtivas e geram maiores lucros do que equipes homogêneas. Mas um aumento de produtividade só pode acontecer quando as organizações moldam culturas de trabalho que dão apoio e até mesmo incentivam as diferenças individuais. Em vez de lutar com as diferenças, elas as tornam lucrativas.


 

Transformação para o Sucesso